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Inspiração…

Publicado em Variedades - 16 de junho de 2011

O que fazer quando falta inspiração na hora em que mais se precisa dela?

Bom, se eu soubesse a resposta para essa perguta, com certeza, nem precisaria fazê-la.

É… pelo começo do post já deu pra perceber que no momento, o caso é de falta de inspiraçõ mesmo né? Bom, eu culpo um pouco o comecinho de gripe que me acomete, mas para tudo nessa vida dá-se um jeito. Preguiça é proibido, se não não sai nada mesmo.

Pra inspiração não deixar de chegar a melhor pedida é, com certeza, ir atràs de referências. No meu caso, procuro sempre me inspirar em fotos, reportagens, poesias, músicas, etc., para não deixar a peteca cair na hora de criar.

Um site que sempre me ajuda nesses momentos de branco total e que eu indico com muita segurança é o www.zupi.com.br . Lá eu sempre encontro novidades e coisinhas interessantes.

Arte inspira arte, venha ela no formato que vier.

Hoje, dando uma conferida nas últimas do Zupi encontrei um ensaio fotográfico muito interessante que me fez até dar umas boas risadas aqui na agência.  Procurando algo que enchesse meus olhos acabei por me deparar com este ensaio que traz celebridades flagradas em situações bem peculiares e incomuns. Tarantino numa camisa de força, Jack Black numa banheira de espumas com bobs no cabelo e mais algumas fotografias muito… digamos assim… inesperadas. Tudo isto idealizado e registrado por Martin Schoeller, fotógrafo do qual eu agora sou fã! Que presença de espírito!

Portanto, venho por meio deste singelo post, compartilhar com vocês este pedacinho divertido e interessante do meu dia.

Penso que ainda haverão vários posts meus exibindo peculiaridades encontradas no Zupi. Mas isto não será um problema, afinal de contas, tudo que é bonito é pra se mostrar!

Espero que gostem!

http://www.zupi.com.br/index.php/site_zupi/view/o_estranho_mundo_das_celebridades/

Beijos,

Bruna Castro.

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Segredo

Publicado em Geral - 15 de junho de 2011

Galera, como vão todos?

Hoje a correria está punk aqui na empresa, vários prazos no deadline!

Como não vamos ter tempo de falar demais, segue abaixo uma reportagem da Revista Vida Simples da editora Abril.

O que você esconde?

Todos temos, em alguma medida, um segredo muito bem guardado. Vale a pena revelá-lo ou é melhor mantê-lo para si?

Todo mundo tem algum tipo de segredo. Uma mania, uma fantasia, o desejo de vingança, um romance proibido, o passado nebuloso; são tantas as variantes que nem cabe listá-las aqui. E porque elas existem entende-se que as ocultações permeiam a existência humana, tanto que é difícil imaginar um bom romance, uma boa novela (quem matou Odete Roitman?), um bom filme sem uma pitada de segredo. Um bom exemplo disso pode ser visto no filme As Pontes de Madison, dirigido por Clint Eastwood. Em menos de dois minutos, o roteiro revela ao espectador que as duas horas seguintes discorrerão sobre as coisas que guardamos para nós. “Talvez vocês descubram que sua mãe tinha milhões de segredos”, diz uma personagem ao casal de filhos cuja mãe, encarnada pela impecável Meryl Streep, havia deixado de herança para ambos a revelação de algo muito secreto: o romance que ela viveu com um fotógrafo durante os quatro dias em que o marido e os filhos viajaram. Três diários trancados em um baú continham os detalhes das confidências de Francesca Johnson. De tão íntimas, ela não as contou nem após a morte do marido. Mas ao mesmo tempo era algo tão importante que ela não conseguiu levá-lo para o túmulo sem compartilhá-lo com o filho e a filha.

Segredos são assim. Alguns contados, outros não. Tudo depende de o que eles nos causam e de como convivemos com eles. É normal guardarmos para nós o que não queremos dividir com amigos, parentes, namorado, marido, filhos. “Não se compartilha tudo nas relações”, afirma o psiquiatra Eduardo Ferreira-Santos, de São Paulo. Porque em uma relação a dois existe o Eu, o Tu e o Nós, e as pessoas têm de ter isso muito bem organizado intimamente e entender que o Eu é fundamental para a vida de cada um, já que nele estão nossos genuínos pensamentos, sentimentos, desejos, sonhos, manias, fantasias, devaneios e, claro, segredos.

Medo de verdade Uma tia de meu pai bem que tentou guardar uma história por toda a vida, não tivesse o seu próprio segredo batido à porta. Cerca de um ano e meio antes de morrer, ela confidenciou à minha mãe um passado de fazer inveja a Janete Clair, a rainha da teledramaturgia brasileira. A jovem Alzira, então colhedora de café, foi obrigada a casar com o filho de um fazendeiro. Tiveram uma filha, mas de tão infeliz a moça largou tudo e todos e fugiu para São Paulo, onde formou nova família. Alzira viveu na tranquilidade até chegar o seu “momento novela das 8″, quando o telefone tocou e do outro lado estava a filha abandonada querendo conhecer a mãe. A essa altura já tinham se passado mais de 50 anos de uma ocultação que só veio à tona porque Alzira não sabia se aceitava o convite para um encontro – que aconteceu – e pediu conselho à minha mãe.

Durante todos esses anos ela não sentiu remorso por ter abandonado a filha, pois tudo aconteceu quando ainda era muito jovem e imatura. Como não queria escarafunchar algo tão antigo, preferiu ficar em silêncio e guardar essa história em seu baú interno de memórias. “Um dos traços do segredo é a solidão e a sensação da manutenção de individualidade que ele carrega”, afirma o psicanalista Rubens Marcelo Volich, de São Paulo. Assim, ao conservar algo para si, a pessoa também alimenta a ideia de que mantém sua individualidade distante dos olhares de julgamento que podem acompanhar quem ouve uma revelação. “Todos têm seu Dorian Gray guardado no sótão”, afirma Ferreira- Santos, em uma alusão ao livro do escritor Oscar Wilde. O Retrato de Dorian Gray conta a história de um belo jovem que parou de envelhecer depois de ser retratado por um pintor. Os atos escusos cometidos por Dorian vão transformando seu lindo rosto pintado na tela em um monstro repugnante, reproduzindo a feiura interior de Dorian – ou melhor, seu lado mais sombrio -, até o dia em que esse segredo é descoberto e ele destrói o quadro, morrendo em seguida.

Muitas vezes as pessoas escondem as coisas por medo de serem mal interpretadas ou julgadas – até aí, nenhum problema. “O ruim é quando essa história secreta pode atingir os outros de forma nociva”, afirma Volich. Paulo foi vítima de uma situação assim – ele e os demais entrevistados, com exceção dos especialistas, tiveram o nome trocado para preservar sua identidade. Nos anos 1990, terminou um namoro e logo soube que a ex estava doente, internada no hospital. “Fui visitá-la e fiquei perplexo quando li no prontuário médico que a Julia era soropositiva. Namoramos quase um ano e ela não me disse nada. Tive de fazer três exames na época e um deles demorava um mês para ficar pronto, já que era realizado nos Estados Unidos. Minha vida ficou em suspensão até eu ter certeza de que não tinha sido contaminado”, conta. Quando perguntou à ex por que ela não contara que tinha o vírus da aids, ela explicou que não teve coragem de dizer a verdade por medo de ser abandonada.

Confiança e catarse Na mesma proporção que o medo, o preconceito muitas vezes impede as pessoas de serem transparentes. O corretor de seguros Heitor contou apenas para um colega da empresa em que trabalha que é soropositivo. “Só ele e meu chefe sabem. Preferi não dizer a mais ninguém porque ainda existem pessoas que olham feio para o portador do vírus.” Essa escolha revela que há um critério de seleção do confi- dente (mesmo que inconsciente), já que as pessoas buscam a cumplicidade de quem ouve.

“O segredo tem ao menos um depositário. Um diário de anotações, um amigo ou um profissional especializado, como o psicólogo, o psicanalista ou o psiquiatra”, diz Christina Hajaj Gonzalez, coor- denadora do Ambulatório de Transtornos Obsessivos Compulsivos da Universidade Federal do Estado de São Paulo. A psiquiatra afirma que o risco de escolher um amigo para confiar algo secreto está no fato de ele não conseguir guardar aquilo para si. Não somente porque muitas pessoas não sabem ficar caladas, mas porque a confidência pode ser muito grave e quem a ouve pode não dar conta de guardá-la.

As informações passadas para o site Wikileaks, por exemplo, podem ser encaradas como segredos que os informantes preferem passar adiante, pois sabem o quanto eles são capazes de interferir nos rumos do planeta. “Com certeza o Wikileaks cumpre um grande papel junto à humanidade ao denunciar, entre outras coisas, aquilo que o governo dos Estados Unidos tentou esconder. Os documentos vazados sobre as guerras do Afeganistão e do Iraque demonstraram que existiam questões que iam muito além do que era selecionado para divulgar”, afirma o consultor de relações internacionais Thomas de Toledo, de Campinas (SP).

Na esfera pessoal dos segredos, a certeza de que ele não vazará ao ser confidenciado está garantida quando ele é contado ao terapeuta. “O que se conversa no consultório não sai dele. Quando o paciente demostra a intenção de matar ou agir contra alguém, ou quando ele sabe que um réu está sendo julgado injustamente, nesse caso vai do terapeuta o bom senso de avaliar a quebra de fatos secretos em benefício dos outros”, diz Christina Gonzalez.

A figura do padre – ou do pastor e do mentor religioso ou espiritual – também está acima de qualquer suspeita. “Quando uma pessoa procura o sacerdote, ela quer mudar de pensamento, de vida. Ela quer se transformar”, afirma o padre Beto Badiani, da Diocese de Santo Amaro, em São Paulo. Segundo ele, a confissão tem poder libertador. “Pode, sim, haver uma catarse quando se conta um segredo”, afirma a paulistana Adriana Dorgan, especializada em psico-oncologia e psicologia clínica. Só de ter alguém nos ouvindo, a situação pode não parecer tão ruim ou, melhor ainda, quando nos ouvimos falar, percebemos que aquilo não é grave como imaginávamos. “Quando compartilha, às vezes acontece de a pessoa entender os motivos de uma fobia ou compulsão”, explica Adriana.

Miriam tinha um costume diferente: ou ela não jantava ou comia pouquíssimo à noite. Muitas vezes atacava a geladeira de madrugada até saciar a fome. Conviveu com o hábito durante décadas e recentemente segredou- o para duas amigas. “Depois, conversando com a minha mãe, entendi que eu não comia direito porque temia o olhar de reprovação dela diante da minha gulodice nas refeições. Meu segredo escondia o medo de ser pega comendo muito.”

Silêncio protetor Também há momentos em que o segredo pode ser necessário. O executivo Roberto viveu uma situação difícil e teve de cortar um dobrado em benefício do silêncio. “O telefone tocou no domingo e era uma funcionária minha aos prantos, dizendo que o chefe dela, então meu braço direito, a tinha assediado por telefone na casa dela. Descobri que ele estava tomando calmantes indiscriminadamente e tinha dado uma pirada naquele dia. Conversei com a funcionária, expliquei o que estava acontecendo e dei uma semana de folga ao meu assistente. Pedi que ela mantivesse sigilo sobre o que aconteceu, porque ele estava descontrolado e nem sabia o que tinha feito.”

Para Roberto, o mais complicado nesse episódio foi ele ter de convencer a funcionária a guardar o acontecido e também a si próprio, para não contar a verdade ao protagonista da confusão. “Por muito tempo me questionei se agi certo, se eu não pequei pela bíblia empresarial. Pelo lado corporativista, não sei. Mas pelo lado pessoal acho que fiz certo, pois ninguém foi prejudicado”, conta.

Manter um segredo sob certa aura de silêncio e confraria é comum na Polícia Civil. Quem me garante é o delegado T.F.A., de São Paulo. Ele explica que há um código de ética entre os policiais. “Quando participamos de uma ação, o que acontece fica entre todos os que estiveram nela. Se alguma coisa vazar, sabemos que foi dita por alguém do grupo. E, se for um vazamento de informação muito grave, o responsável por isso sabe que ‘caguetas’ não têm vez na Polícia.”

E como voltar para casa leve quando se trabalha em um universo como esse? Segundo o delegado, ele aprendeu a ser dois-em-um. “Na delegacia sou sisudo. É o oposto do meu lado social, quando sou brincalhão. Aprendi com meu pai, que também era policial, que um segredo não se conta para ninguém. Uma vez dito, já não é mais secreto.”

O advogado criminalista Alexandre Khuri Miguel, de São Paulo, partilha do mesmo princípio de que segredo não se fala. Por força do seu trabalho – muitos de seus clientes são traficantes e criminosos -, guardar esses fatos garante a confiança do cliente. “É importante que ele acredite em mim para me contar o que aconteceu e eu montar a defesa”, explica. Nem mesmo com a mulher Miguel comenta sobre os casos nos quais está trabalhando.

Respeito à individualidade Preservar segredos nas relações a dois mantém a individualidade. “É importante isso estar presente no namoro, no casamento. Eu acho que há coisas que não devem ser ditas, como uma ficada em uma festa, um caso passageiro”, diz a terapeuta familiar Flávia Stockler, de São Paulo. A psicanalista defende que se as coisas estão bem entre as pessoas não há necessidade de levantar poeira, bagunçar a vida. “Também não acho justo com o outro xeretar a pasta de trabalho, o celular, o e-mail. Isso é invasão de privacidade gerada pelo medo e pela insegurança. E uma relação sem confiança não é válida.”

Durante os 12 anos em que ficou casada, Ana Beatriz tinha uma relação aberta com o marido. “Sabíamos a senha de e-mail um do outro até por questão profissional. Como ainda não havia smartphone com internet e eu trabalho na rua, vez ou outra eu ligava para o Fernando pedindo para ele ver se tinha algum e-mail importante. Durante esses anos eu nunca vasculhei as mensagens dele.” Mas depois da separação, ao descobrir que Fernando não mudou sua senha, Ana Beatriz xeretou a caixa postal do ex para saber com quem ele vinha saindo. “Eu queria saber se ele estava com alguém que conhecíamos enquanto fomos casados ou se eram novas amigas”, revela.

De fato as pessoas guardam tantas coisas (e de naturezas tão diversas) que em 2004 o norte-americano Frank Warren criou o blog www. postsecret.com, onde publica mensagens de cartões-postais enviados por anônimos contando o que guardam somente para si. Entre as revelações postadas a cada domingo há algumas surpreendentes, como esta: “Querido marido, acredite em mim quando eu digo que você não deve ter ciúmes dos homens que eu conheço, mas sim das mulheres gays”. “Todos nós temos segredos e eu acho que é isso o que nos torna interessantes”, diz Warren, que já publicou quatro livros com o título Post Secret, contendo uma compilação dos melhores segredos que chegaram até sua caixa de correio.

Ao abrir espaço para as pessoas destrancarem seu baú interno, Frank Warren cria um ambiente de vazão do que elas não conseguem manter para si, mas que também não querem compartilhar com quem conhecem. Desde que foi criado, o blog já recebeu mais de 500 mil mensagens, em uma prova incontestável de que todo mundo tem algo a revelar – até mesmo Frank Warren, que me contou que em cada livro Post Secret há pelo menos um segredo seu publicado.

Texto: Roberta De Lucca

Fonte: http://vidasimples.abril.com.br/edicoes/106/grandes_temas/o-que-voce-esconde-629285.shtml

 

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Aquela Magrela!

Publicado em Geral - 14 de junho de 2011

Fugindo dos temas já postados neste blog venho compartilhar um gosto pessoal, mas que não deixa de ser interessante para os demais.

Costumo buscar referências sempre em vídeos, fotografias e músicas. As possibilidades são infinitas com essas “ferramentas”  e quando existe a união dos três, confirmamos a já conhecida e chata frase “uma imagem vale mais que mil palavras”, mas o foco não é esse, e sim nesse vídeo feito pelo Marcos Ribas intitulado “Bicicleta”, que com belas imagens e uma trilha excelente soube passar a essência de uma simples volta de bicicleta pela cidade, e além disso, podendo observar o que um dia pode nos proporcionar com simples detalhes.

Agora aqui, quem não ficou com vontade de pegar a magrela encostada á anos e da um role de bobeira por ai?

Não hesite, pegue sua câmera e não dê mole. Simples assim.

Valeu, um abraço!

John Bittencourt

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1º Campeonato Mundial de Wakeboard da Destra Comunicação

Publicado em Amigos, Campeonato Destra, Destra - 13 de junho de 2011

Antes de começar realmente o post do Wake, muitas pessoas me indagaram: A agência é só diversão? A galera não trabalha? Queria deixar bem claro que sim, temos momentos de pressão, temos prazos, responsabilidades, etc… Abaixo um vídeo bem rápido que consegue passar alguns princípios nossos:

Recomendo clicar no link ao lado antes de ler o post, afinal uma musiquinha sempre ajuda a entrar no clima. Two Shoes – The Cat Empire

Sábado aconteceu o 1º Campeonato Mundial de Wakeboard da Destra Comunicação na Lagoa dos Ingleses em Nova Lima.

Antes de tudo, gostaria de agradecer a presença ilustre dos amigos: Argentino (Lucas Ariel), do irmão caçula do John, o Jeff e do Bill que apesar de não ter andado com a gente deixou sua contribuição. Queria agradecer também a Teca e o Dan da “Escola b. wake”, que proporcionaram tal diversão (http://www.escolabwake.com.br).

Como costuma acontecer com a gente, logo ao entrar na lancha o clima de competição já tinha acabado e acabou virando uma grande diversão.

O primeiro a andar foi o Felipe Caixeta, o garoto mais experiência no Wake. Podemos falar que o cara tem futuro no negócio, apesar de tomar uns bons tombos perdendo até seu alargador. Olhem o pulo do garoto! (Caixeta, preocupa não, não vamos contar que você caiu nesse salto).

Depois fui eu, com toda minha malemolência consegui demonstrar bastante futuro no esporte também. Fiz algumas manobras básicas, troca de base, saltos intimistas e consegui sair sem nenhuma fratura.

Em seguida foi o John, que mandou bem também com seus estilo “street”, afinal o cara manda bem mesmo é no skate!

Depois foi o Jeff e o Argentino, que não vou entrar muito no assunto afinal eles são convidados e são carta branca, mas mandaram bem (Argentino, ficou faltando dar show, bora marcar o próximo).


Galera, em breve deve ter uma nova competição. Várias idéias já, escalada, paintball, etc. Vão Bora geral!
Abraços e Beijos.
Fernando Pires

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Vegetariano, eu?

Publicado em Culinária, Gastronomia, Saúde, Vegetariano - 10 de junho de 2011

Eu deveria falar sobre publicidade, criação, direção de arte, etc. Mas hoje tive uma experiência gourmet e resolvi descrevê-la para vocês.

Nunca tive muita paciência com pessoas que não comem carne. Dizia que isso era frescura, que a soja não poderia nunca substituir uma boa carne sangrando.

Mas ultimamente, através da influência do meu parceiro Fernando Pires, o mais novo vegetariano de BH, eu tenho frequentado alguns restaurantes vegetarianos e devo dizer que estou, digamos, surpreso.
O malandro anteriormente citado queria passar um período sem comer carne e gostou tanto da experiência que não saboreia nenhum tipo de animalzinho a mais de 2 meses. Eu não adotei seu radicalismo mas confesso que a variedade e a criatividade no preparo dos pratos supre o meu vício por carnes (na maioria das vezes).

Hoje, sexta feira, 10 de junho, conheci, também através do Fernandinho, um novo restaurante que só fez aumentar o meu encanto com a culinária vegetariana. Fomos almoçar no Fateh Gourmet, no bairro Mangabeiras.
Dentro de um centro de yoga, o restaurante que só funciona às sextas feiras, conta com um ambiente tão agradável e exclusivo que é necessário fazer reserva. O cardápio muda a cada dia de funcionamento e o de hoje estava delicioso.
Lasanha de abobrinha, vagem com ricota e alho poró (muuuito bom), arroz integral com castanha e saladinha com manga. A sobremesa não fica pra trás. Doce de banana com ganache, devorado vorazmente.

Confesso que a princípio senti falta de um peixinho que fosse, mas depois de algumas garfadas me rendi à saborosa refeição em minha frente.

Continuo achando que a carne de soja nunca substituirá, em sabor, uma carne de verdade, mas uma comida saudável de vez em quando não faz mal a nínguém.

Vale a pena conferir:
Rua Nova Era, 80 – Bairro mangabeiras.
http://www.fatehgourmet.com/

Só não deixem de me convidar pros churrascos porque eu ainda curto uma carninha mal passada.

Abraços,

Felipe Caixeta.

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Blog Destra em ação!

Publicado em Destra - 9 de junho de 2011

Olá, pessoal!

Nós somos a Destra Comunicação e este é o nosso blog.

Para informações técnicas a nosso respeito, consulte o nosso site porque aqui os posts serão recheados de descontração. Serão novidades, curiosidades e coisas interessantes a respeito do funcionamento da nossa agência e a respeito de cada um de nós.

By the way, nosso site é o: www.destracomunicacao.com.br

Aqui, no blog da Destra, você vai poder saber mais sobre quem somos e o que fazemos no nosso dia a dia, de forma divertida.

A partir de hoje, tem post novo todos os dias! Sempre escrito por um de nós.

Bom, vamos dar nome aos bois.

Nosso presidente e diretor estratégico é este simpático rapaz abraçado na almofada vermelha, o Fe-fernandinho.

Ao lado dele, fazendo o sinal de hang-loose, temos a nossa querida e tranquila programadora web, Pri.

Agora, da esquerda para a direita, temos primeiramente o diretor de criação, Caixetinha: O garoto mais bonzinho de todos os tempos.

Este de branco aí, tinha que ser o John, vulgo estagiário folgado. Just kidding! O John é um dos nossos diretores de arte e uma baita peça rara.

Por último, mas não menos importante, temos eu, Bruna, a redatora da agência.

É assim, em clima de alegria que a Destra inicia suas atividades bloguísticas.

Esperamos que você se divirta e se inspire conosco.

Prazer em conhecê-los!

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